“Nossa intenção é que a comunidade entenda tudo o que estamos fazendo, da maneira mais transparente possível. É um momento crítico, uma estiagem muito severa e que tem comprometido a prestação do serviço. Não estamos medindo esforços para amenizar a situação. O racionamento é uma ação dura, sabemos disso, mas algo necessário agora para não comprometer ainda mais o abastecimento do itabirano. Esperamos que ao final desses 15 dias estejamos com uma situação muito melhor que a de hoje”, diz a presidente do Saae, Karina Lobo.
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Uso consciente
O cenário grave aumenta ainda mais a importância do uso consciente da água. Por isso mesmo, o decreto da Prefeitura também autoriza que o Saae estabeleça restrições para utilização de água tratada em atividades que não sejam consideradas essenciais. A autarquia poderá intensificar a fiscalização e vedar o uso do recurso em atividades como:
- Lavagem de veículos automotores de qualquer espécie com água potável distribuída pelo Saae;
- Irrigação de gramados, jardins e floreiras;
- Reposição total ou troca de água de piscinas de clubes, entidades ou residências;
- Lavagem de calçadas de prédios comerciais e industriais, condomínios ou residências.
Ainda durante a vigência do decreto, os estabelecimentos industriais, comerciais e residenciais deverão restringir o uso da água potável ao mínimo indispensável para suas atividades consideradas essenciais, conforme as especificidades de cada imóvel. O descumprimento dessas medidas poderá acarretar em advertência e, em caso de reincidência, aplicação de multa conforme legislação municipal.
Mais detalhes do racionamento e da atual situação hídrica de Itabira serão informados pela presidente Karina Lobo nesta terça-feira, em entrevista coletiva, às 10h, na sede do Saae, no bairro Pará.
Cronograma do racionamento:
