Policia de Meio Ambiente mantém operações de combate a queimadas na região de Itambé do Mato Dentro
Mediante a intensa degradação ao meio ambiente na região da APA Federal Morro da Pedreira, que é Zona de Amortecimento do Parque Federal da Serra do Cipó, em que a devastação por parte de queimadas desordenadas e incêndios criminosos aconteceram desenfreadamente neste ano, fez com que Militares do 3° Grupamento e 4° Pelotão da Policia de Meio Ambiente sediado em Itabira, mantivessem as operações incessantes na região da localidade do Cabeça de Boi no município de Itambé do Mato Dentro.
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Segundo informações depois da identificação de um proprietário de terreno naquela região de proteção sustentável, nas datas de 28 e 29 de novembro deste ano, esse foi constatado como autor de uma queimada ilegal, em uma área de pastagem com mais de dois hectares, que se alastrou atingindo e devastando mais de 4,3 hectares de floresta estacional semidecidual, que constitui de uma vegetação pertencente ao bioma da Mata Atlântica (Mata Atlântica do Interior), ocasionalmente também no Cerrado, sendo típica do Brasil Central e condicionada à dupla estacionalidade climática. Estações estas com chuvas intensas de verão, seguidas por um período de estiagem e local intocável.

Provocou a queimada ciente da gravidade dos cuidados cobrados por lei, mas esse não tomou qualquer tipo de cuidado necessário para prevenir que o fogo se alastrasse. Os Militares constataram que a região foi castigada por um grande incêndio, também no início do mês de outubro, que dizimou grande parte da vegetação nativa da região. E que todos os indícios levam a fatos criminosos ou irresponsáveis como os detectados nesta ocorrência.
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Os Militares confeccionaram em desfavor do infrator, uma autuação ambiental com valor de R$ 18.929,16, sendo suspensas atividades irregulares no local, esse boletim de ocorrência seria encaminhado a Promotora de Justiça Curadora do Meio Ambiente e a Delegacia de Policia Federal.
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Segundo a equipe comandada pelo Sargento Adão e composta pelos Sargentos Fernando e Evando, as operações e as ações nesta região para combater tais práticas nocivas ao meio ambiente continuarão, uma vez que a região é um celeiro natural de espécies florestais e animais, além de figurar como recarga hídrica dos municípios adjacentes.
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