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POLÃCIA
Policia Civil conclui inquérito que vitimou o Militar em João Monlevade
29/10/2019

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu inquérito policial que investigava a morte do sargento da Polícia Militar, Célio Ferreira, de 46 anos, em João Monlevade, na região Central de Minas. O oficial foi morto com três tiros enquanto atendia a uma ocorrência na noite do dia 27 de setembro, no bairro São João. Ele chegou a receber atendimento médico em um hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.

"Durante as investigações a Policia Civil conseguiu comprovar a participação do proprietário da casa onde os fatos se deram, e a participação dos filhos dele. Comprovaram ainda que o homicídio foi doloso, premeditado, e que houve uma emboscada para que o Militar fosse atingido", salientou a Delegada que presidiu as investigações, Camila Batista Alves.

Dinâmica

Segundo a Delegada, o autor atraiu os policiais, acionando o numero 190, com argumento de que um dos filhos dele estaria sendo ameaçado por integrantes de uma gangue local. Quando os militares chegaram à residência, encontraram 16 buchas de maconha e acharam por bem permanecer no local, à espreita, aguardando o retorno do adolescente para efetuar sua prisão pelo crime de tráfico de drogas. Os policiais permaneceram na residência por cerca de 50 minutos, quando a vítima, ao ver a aproximação de um indivíduo, verbalizou para que este parasse momento em que foi atingido por uma distância aproximada de 30 a 60 cm, com um disparo na cabeça. Outros dois disparos foram direcionados ao corpo do Militar. Os adolescentes fugiram, mas foram presos em flagrante, pela operação realizada pela Policia Militar no bairro São João.

Com os suspeitos foram apreendidos: uma arma de fogo, revolver calibre 38, 26 cartuchos intactos, calibre 38, uma balança de precisão utilizada para pesar substâncias ilícitas, 108 pedras de "crack", 73 buchas de maconha e uma pedra grande de cocaína.

Todas as informações foram repassadas pelos Delegados da 4° Delegacia Regional da Policia Civil, Paulo Tavares e Camila Batista, foi pedido à justiça a internação de dois adolescentes também suspeitos de participarem do homicídio, mas o Ministério Publico entendeu não ter a necessidade e o pedido foi negado.

Entre os indiciados quatro deles por homicídio qualificado, Lucas Santos Ferreira, Cleber Roberto Reis Martins, 18 anos, Igor Oliveira Cruz, 20 anos, e um homem identificado como Célio – que seria o dono do barraco onde o sargento foi executado. Um homem que está foragido vai responder por tráfico, associação para o tráfico e homicídio qualificado.  Os irmãos Washington Luiz de Freitas e Luiz Fernando Freitas Bento, responderam por favorecimento pessoal. Foram eles que deram abrigado aos atiradores.

A delegada Camila Batista pontuou que o bairro São João apresenta grande desafio para a polícia devido à dimensão territorial. Como o acesso ao bairro é feito somente por uma rua, os moradores têm visão privilegiada de quem entra ou sai do local. Inclusive os policiais. A policial relatou que o São João possui tráfico intenso de drogas e as ações para coibir o crime serão intensificadas. Ainda conforme a delegada Camila, a “Gangue do Lucas” foi desarticulada com a prisão dos chefes do tráfico envolvidos na morte do sargento Célio.

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