Reconstituição da morte do Sargento Célio Baiano com participação dos suspeitos terminou já na madrugada
JOÃO MONLEVADE(MG)- Vários policiais militares e civis fazem na noite dessa quinta-feira (3) a reconstituição do assassinato do sargento da Polícia Militar de João Monlevade, Célio Ferreira. O oficial foi morto com três tiros enquanto atendia a uma ocorrência na noite da sexta-feira passada (27 de outubro) no bairro São João.

A reconstituição do crime começou por volta das 20h20 e o movimento de policiais no bairro chamou atenção de muitas pessoas. Informações obtidas com exclusividade pela reportagem dão conta que de moradores do São João, que não estavam no bairro no momento do início dos trabalhos policiais, foram impedidos de ir para casa. Uma viatura na entrada do bairro orientava os moradores que tentavam entrar e os que saiam, eram orientados de que não poderiam retornar às suas casas até que os trabalhos fossem concluídos.
Quem estava na rua, por questões de segurança, também foi orientado a ir para casa e só sair da residência quando os policiais deixarem o bairro. A área foi completamente isolada.

Dois suspeitos de terem matado o sargento Célio estão presos e, conforme a polícia, não demonstraram arrependimento. O inquérito do caso deve ser concluído nos próximos dias. Os homens que mataram o sargento Célio estão no presídio de João Monlevade, à disposição da Justiça.
Reconstituição terminou no início da madrugada
A reconstituição do assassinato do sargento Célio Ferreira, realizada no bairro São João, na noite dessa quinta-feira, 3 de outubro de 2019, terminou durante a madrugada.
Além de dezenas de policiais militares e civis, os dois homens, principais suspeitos de terem matado o oficial participaram da ação. Eles estão detidos no presídio de João Monlevade, deixaram a unidade carcerária por volta das 23h e foram levados até o barracão onde o policial foi morto. O casebre fica ao lado do campo de futebol e não tem iluminação.
A princípio, a entrada e saída de moradores do bairro São João foi impedida. No decorrer dos trabalhos policiais, o acesso acabou liberado, sob a responsabilidade do morador permanecer em casa.
BELL SILVA