Relatório das investigações da UPA Fênix é aprovado com 13 votos favoráveis e 3 contras

Barragem, barragem, barragem, o assunto da vez são as Barragens, até quando esse assunto será o tema das discussões na câmara de vereadores de Itabira? Na tarde desta terça-feira, 5 de fevereiro de 2019, foi realizada a primeira reunião ano, presidida pelo vereador Eraldo Noronha, o clima estava quente entre os edis, no plenário compareceu um publico razoável, pois além dos requerimentos de convocação para que a Vale vá a casa explicar sobre as barragens de rejeito também foi votado o encaminhamento dos resultados da comissão parlamentar de investigação a CPI da Upa do bairro Fênix que custou cerca de 4 milhões de reais, recursos esses federais e municipais ao Ministério publico para tome providencias.

O resultado foi de 13 votos favoráveis e apenas três votos contrários dos vereadores Aguinaldo, Solimar e Diguerê, um representante jurídico de defesa da gestão passada compareceu ao plenário e acompanhou a votação, para o vereador André Viana, o sucesso desta investigação foi à escolha dos membros participantes tendo ele como secretário-geral e o autor da investigação, como Vogal na Comissão composta por mais dois outros parlamentares os vereadores Reinaldo e Jovelindo, que com muita serenidade conseguiram conduzir os trabalhos, onde foram ouvidos na ocasião ex-prefeito Damon Lazaro de Sena e seus ex-secretários municipais.

Os vereadores que votaram favoráveis ressaltaram que se trata de recursos públicos, dinheiro do povo e é inadmissível esta situação permanecer impune, segundo eles há fortes indícios fralde no processo licitatório de contratação da empresa responsável pela construção e outros.

Hoje a instalação da UPA Fênix se encontra abandonada, com riscos de depredação pela ação do tempo e de vândalos que já invadiram o local e furtaram alguns equipamentos como aparelho de ar condicionado, pias e torneiras.
Por se tratar de recursos federais o secretário-geral André Viana, viajaria na tarde desta terça-feira mesmo para Brasília, onde protocolaria o relatório no Tribunal de Contas da União.
