Em reunião com dezenas de prefeitos de cidades mineiras, nesta quarta-feira (22), em Belo Horizonte, o candidato ao governo de Minas Gerais pela coligação “Reconstruir Minas”, senador Antônio Anastásia, afirmou que o deputado federal Rodrigo Pacheco (Democratas), candidato ao Senado na chapa majoritária, é o mais talhado para sucedê-lo no cargo.
“Rodrigo tem o perfil talhado ao Senado, porque o Senado demanda conhecimento jurídico, que você tem, seu conhecimento regimental, você foi um excepcional presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Ele me ajudou a aprovar o importante, convertido em lei, projeto da segurança jurídica. Se não fosse esse apoio do Rodrigo, ele não seria aprovado. Rodrigo conhece bem e tem um bom relacionamento entre os parlamentares. Rodrigo Pacheco já tem proeminência logo no seu primeiro mandato como deputado’, declarou.
Anastásia relembrou que havia apoiado, inicialmente, o nome de Rodrigo Pacheco para disputar o governo do estado.
“Reconheci a sua legitimidade, caso quisesse, a continuar candidato ao governo, porque seríamos, nem adversários, seríamos concorrentes fraternais. Mas as convergências nacionais nos levaram a essa profícua união. Ele fez um gesto grandioso e abriu mão da sua candidatura em prol da minha candidatura”, afirmou.
Por sua vez, Rodrigo Pacheco se comprometeu a suceder Anastásia, caso seja eleito para o Senado, para ajudar ‘a resgatar Minas Gerais do caos que se instalou no estado”.
“Caso seja eleito, tenho uma grande missão de, além de representar o estado, dar continuidade ao trabalho do senador Antônio Anastásia que, seguramente, é um dos senadores mais respeitados do Brasil”, afirmou.
Rodrigo Pacheco voltou a afirmar que atuará como um senador municipalista e pregou, entre outras frentes na quais irá trabalhar, a repartição mais igualitária do orçamento.
“Temos que ter esse olhar no Senado Federal, com preparo intelectual, com estudo e com conhecimento do regimento interno e com conhecimento da atividade política do Senado para fazer aprovar esses projetos”, afirmou.
Em comum, os dois também pregaram a necessidade de uma convergência entre as forças de oposição ao atual governo e de um alinhamento com o próximo presidente da República, que precisa ser próximo com o governo de Minas e o Senado para que os recursos sejam alocados no estado.
Para tanto, Anastásia e Pacheco ressaltaram o papel fundamental dos prefeitos no sentido de levar aos moradores de suas cidades as propostas que irão tirar o estado da “pior crise de sua história’.
Conforme Anastásia, o candidato a presidente da República Geraldo Alckmin assumiu o compromisso de prestigiar Minas Gerais como “há trinta anos” não é feito.
“Para nós, mineiros, será fundamental a eleição de Geraldo Alckmin. Será mudar da água para o vinho’, afirmou o candidato.