SANTA BARBARA(MG)- Justiça agindo em favor do povo de Santa Barbara, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) até quem fim suspendeu os pagamentos dos doze vereadores afastados, depois que a pedido do Ministério Publico, a Policia Civil instaurou a Operação Apolo 13, que ainda continua investigando crimes de corrupção, falsificação de documentos e fraude em licitações publica.
O município pagava para cada vereador a quantia de R$ 7.596 por mês. De acordo com a decisão da juíza de Santa Bárbara, Fabiana Gonçalves da Silva Ferreira de Melo, que considera uma afronta à população permanecer suportando uma gestão com gastos exorbitantes como vem acontecendo.
De acordo com as informações apenas no mês de março, a Câmara Municipal de Santa Bárbara gastou cerca de R$ 174,7 mil com os salários dos 11 vereadores ativos, também com os outros 12 parlamentares que foram afastados e com os presos. Até o momento a Operação Apolo 13 já prendeu 10 pessoas, quatro vereadores. Num total de sete inquéritos já foram concluídos, onde mais de cem pessoas foram indiciadas e prestaram esclarecimentos ao caso.
A Operação Apollo 13 foi deflagrada na manha de 27 de julho de 2017, naquela data foram recolhidos de suas residências pela Policia Civil nove pessoas suspeitas de envolvimentos em nas fraudes ocorridas na Câmara Municipal, entre os detidos estavam políticos, servidores e empresários.
Segundo o delegado Domiciano Monteiro, responsável pelas investigações, sete inquéritos já foram concluídos onde vários desvios que somam mais de R$ 4 milhões reais foram esclarecidos. Os vereadores presos na ocasião permanecem no presidio de Barão de Cocais, são eles Geraldo Magela Ferreira (DEM), Luiz Fernando Hosken Fonseca (PSL), Ermerlindo Francisco Ferreira (PSL) e Juarez Camilo Carlos (PSDB), esse era presidente da Câmara na época.
Asnoticiasonline.com.br