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POLITÃCA
Unimed suspende plano de saúde dos servidores públicos
04/07/2017

Plano de saúde dos servidores está suspenso pela Unimed; prefeitura tenta reverter situação

A direção da Unimed Itabira resolveu suspender o plano de saúde dos servidores públicos municipais devido à falta de pagamentos por meio de um convênio realizado com a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores Municipais de Itabira (Cosemi).

A soma dos atrasados chega a R$ 2,8 milhões. A comunicação do corte foi feita nesta segunda-feira (3) pelo presidente da instituição na cidade, o médico Virgilino Quintão Torres Cruz por meio de uma coletiva de imprensa, coordenada pela assessoria de comunicação da Prefeitura. Com esta decisão, cerca de 6.200 servidores ficarão sem a cobertura do plano de saúde.

Os atrasos e os pagamentos incompletos começaram na gestão passada, do ex-prefeito Damon Lázaro de Sena (PV) segundo explicou o presidente da Unimed Itabira. Com isso, o acumulo da dívida foi se agravando, o que onerou ainda mais os cofres da instituição, devido a falta de repasse por parte da Prefeitura. No convênio com a Cosemi, um valor é descontado do pagamento de cada um dos servidores e repassado à Unimed, a outra parte é custeado pela Prefeitura, aproximadamente 60% do valor total. O valor total deste repasse, representa algo em torno de R$ R$ 1.100.000,00.

Segundo informou Virgilino Quintão, o valor da dívida chegou a diminuir meses antes da eleição para prefeito, mas após a disputa, houveram novos atrasos, que se agravaram no início deste ano pra cá, quando Ronaldo Lage Magalhães (PTB) assumiu a prefeitura.

“Janeiro e fevereiro, como o prefeito estava assumindo o Governo Municipal, eles pagaram parcialmente. Se não me engano foram R$ 500 mil em cada mês e o valor do contrato é cerca de R$ 1 milhão por mês. Com isso, a dívida que estava em R$ 1,8 milhão até o ano passado, voltou a ser de R$ 2,8 milhões”, alertou o presidente da Unimed.

Virgílino Quintão sugeriu que o convênio seja revisto e propôs uma reunião entre todos os envolvidos na tentativa de reestabelecer o fornecimento do plano de saúde. Ele chegou a cogitar uma participação maior por parte dos servidores, para manter o plano ativo.

“O servidor mesmo pode ter que aceitar uma coparticipação maior, existe uma limitação importante na coparticipação do servidor e isso faz com que a prefeitura tenha crédito com os servidores, porque eles pagam um valor muito pequeno da coparticipação”, disse o presidente da Unimed.

O chefe de gabinete do prefeito Ronaldo Magalhães, Gustavo Milânio, participou da coletiva de imprensa e disse que a Prefeitura vai mover uma ação na Justiça, pedindo uma liminar que obrigue a Unimed a continuar fornecendo o serviço aos servidores públicos de forma imediata. Isso, porque o regimento interno da Unimed não permite a realização de outra assembleia em um prazo mínimo de 10 dias, já que a definição ocorreu no último dia 28.

Gustavo Milanio também defendeu o aumento na coparticipação dos servidores, para que o benefício seja mantido.

“O servidor paga pela menor parte do valor do convênio, mas é ele que usa o plano. Então, é justo que ele pague a maior parte”, disse o chefe de gabinete.








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