SEM PAGAMENTOS,FUNCIONÃRIOS DA TC MONTAGENS PROTESTAM NA PORTA DA ARCELOR MITTAL
Cerca de 30 funcionários da empresa TC Montagens realizaram um ato de protesto devido ao atraso de pagamentos, na porta da ArcellorMittal Monlevade. A empresa presta serviços para a usina e ação dos funcionários ocorreu na manhã desta quarta-feira (1º).
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Os trabalhadores alegaram que moram na cidade de Timóteo, no Vale do Aço, e foram contratados pela TC Montagens para trabalharem em serviços de manutenção na usina de João Monlevade.
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Com cartazes e palavras de ordem, os operários pediam apoio da empresa ArcelorMittal para intermediar, junto à empreiteira, os pagamentos de rescisões de contratos de cerca de 87 trabalhadores que foram dispensados no final do ano passado.
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O soldador André Luiz Almeida disse que foi feito um acordo entre a TC Montagens e o Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos Timóteo e Coronel Fabriciano (Metasita) no qual foi estabelecido que os pagamentos seriam realizados até o último dia 31, o que não foi feito pela empresa. André Luiz disse ainda que, além de salários atrasados o FGTS não é depositado há um ano.
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Fábio Miranda Quitério, que também trabalha na empreiteira, disse que foi demitido em outubro do ano passado, juntamente com outros 86 funcionários e que até hoje ninguém recebeu os pagamentos da rescisão contratual.
Ainda segundo Fábio, a TC Montagem alega não ter recebido da ArcelorMittal pela prestação de serviços, e por isso, os pagamentos deles estavam sendo prejudicados. Fato contestado pela empresa que, por meio da Assessoria Comunicação, ressaltou que “a ArcelorMittal está com todos os pagamentos à TC Montagens rigorosamente em dia”.
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Segundo os funcionários demitidos, a ArcelorMittal teria dado orientação para que busquem uma solução através da Justiça, que é o meio legal. E que ela como empresa, não poderia deixar de pagar a empreiteiras e fazer o pagamento deles diretamente, salvo se a Justiça determinar.
Um representante da TC esteve na porta da usina, mas não quis gravar entrevista. Ele se limitou a dizer que o caso será debatido entre a empresa e o Metasita (Sindicato dos